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terça-feira, 8 de junho de 2010

Confissões de um assassino

Não fique ao meu lado, não olhe para mim, nem ao menos pense em descobrir quem eu sou. Não é de minha natureza revelar-me... Deus? Palavra desconhecida de meu vocabulário, Diabo? muito menos. Quando eu era criança as pessoas achavam que eu era bom, até matar meus pais esquartejados. Me levaram para um abrigo de crianças medíocres, claro que fugi... Eu precisava matar, isso sustentava meu corpo. Ver alguém agonizando de dor, é um imensurável prazer. É realmente maravilhoso sentir o cheiro de sangue... Posso ser louco, não ser normal. Pouco me importa, neste mundo ninguém é normal, ninguém agrada... Não sou eu que vou ser o primeiro. Gosto de matar as pessoas aos poucos, como em um jogo maldito. Gritos soam como musicas natalinas, não posso dizer que me trás paz, porém, meu corpo absorve a energia... Torna-se mais compulsivo por matar. Não é doença mental, é apenas um estilo de viver. Ou você mata aqueles à todos, ou todos matarão você. Não há para onde correr, eu escolhi matar... E você?